domingo, 24 de abril de 2011

Resulatdo do Campeonato Potiguar

2° Turno
24/04/2011
HORA / LOCAL EQUIPES
(17:00) MACHADÃO

(Encerrado)
AlecrimAlecrim 0 x 1 ABCABC 
(17:00) IBEREZÃO

(Encerrado)
Santa CruzSanta Cruz 2 x 1 Palmeira/RNPalmeira/RN 
(17:00) 9 DE JANEIRO

(Encerrado)
CentenárioCentenário 2 x 1 AssuAssu 
23/04/2011
HORA / LOCAL EQUIPES
(18:00) MACHADÃO

(Encerrado)
América RNAmérica RN 5 x 0 Potiguar-MOSPotiguar-MOS 
(20:00) MARIZÃO

(Encerrado)
Corinthians-RNCorinthians-RN 1 x 2 BaraúnasBaraúnas 

Santa Cruz e rebaixado Centenário vencem na rodada do estadual

Da redação do DIARIODENATAL.COM.BR

Além de Alecrim x ABC, dois jogos encerraram hoje a oitava do segundo turno do estadual 2011.

Em Pau dos Ferros, o já rebaixado Centenário bateu o Assu por 2 a 1. Lanzinho e Paulinho marcaram para os donos da casa e Leonardo Sá descontou para o camaleão, dando números finais ao duelo.

Já em Santa Cruz, o campeão do primeiro turno despachou o Palmeira de Goianinha. Felipe Alvez e Alvinho decretaram a vitória do tricolor por 2 a 1. O gol do time de Goianinha foi anotado por Galeguinho. Na próxima rodada, a última do segundo turno, as quatro equipes entram em campo apenas para cumprir tabela.

O Centenário se despede da primeira divisão jogando em casa diante do Santa Cruz. Já Palmeira recebe o América e o Assu encara o Potiguar-M em casa. Os jogos acontecem no meio de semana.

ABC vence no fim e fica a um empate do título do 2º turno

 
Carlos Santos/DN/D.A Press
Por Paulo Nascimento, especial para o DNOnline
A vitória do alvinegro sobre o alviverde no clássico, decretada por um gol de Cascata aos 43 da segunda etapa, deixou o ABC mais tranquilo para a disputa do segundo turno do Campeonato Potiguar. Com estes três pontos, o Elefante alcançou os 22 pontos, abrindo seis de diferença para o América, segundo colocado, e oito para o Palmeira, na terceira colocação. América e Palmeira irão enfrentar-se na última rodada, marcada para a próxima quarta-feira. Assim, o Mais Querido necessita apenas de um empate para garantir a taça do 2ª turno sem ter que jogar as finais.
Este pode ter sido o último jogo oficial da Era Machadão, pois os atuais "donos" do estádio - Alecrim e América - jogarão fora de casa na última rodada, contra o Assu e contra o Palmeira de Goianinha, respectivamente, e com a conquista direta do ABC confirmada na próxima quarta, frente ao Corintians de Caicó, as finais do campeonato serão jogadas no Frasqueirão e no Iberezão, casa do campeão do primeiro turno - o Santa Cruz.
O Jogo
Estádio com bom público para o domingo de chuva, despedida do Machadão, 'decisão' para as duas equipes. Nada disso parece ter estimulado ABC e Alecrim na primeira etapa. Um fraco 0 a 0 persistiu por todo, o primeiro tempo. Dida e Welligton, goleiros de Alecrim e ABC, respectivamente, pouco trabalharam.
Tanto o alviverde como o alvinegro limitaram-se a trocar a bola no meio-campo, com destaque para a postura mais defensiva demonstrada pelo Alecrim desde o início da partida. O torcedor que esperava uma partida empolgante decepcionou-se, não vendo nenhuma chance clara de gol na primeira etapa.
As tentativas de ambos os lados limitarem-se em bolas longas alçadas na área adversária, com pouco perigo para os zagueiros, e a chutes de longa distância, quase sempre sem endereço como os tentados por Jackson e Renatinho Potiguar pelo ABC e Nêgo e Fabinho pelo Alecrim. Pouco para quem buscava tentar garantir a vantagem de no mínimo quatro pontos e conquistar o 2º turno na última rodada.
As equipes voltaram dos seus vestiários sem alterações, refletindo no futebol mostrado no gramado do Machadão. Até os 20 minutos da segunda etapa a partida continuava inalterada, sem graça e com poucos lances de perigo. A partir daí, ABC e Alecrim resolveram sair para o jogo, criando chances.
A mais clara de todas saiu do pé de Cascata, que completou uma jogada de Pio com um chute perigoso por cima de meta de Dida. Leandrão também teve sua chance, em uma cabeçada desviada em cima da linha pela zaga do Periquito. O que mostrava uma melhora na partida, no entanto não passou de algumas tentativas esporádicas de ambos os lados.
Esperando alterar a condição do jogo, os dois técnicos realizaram na segunda etapa todas as três alterações permitidas. Porém, as entradas de Renatinho Carioca, Ray e Gabriel, no ABC, e de Da Silva, Luiz Henrique e João Paulo, no Alecrim, pouco acrescentaram na apresentação das duas equipes.
O jogo que apontava para um empate sem graça, mudou de figura aos 43 minutos. O meia Cascata apareceu mais uma vez para decidir uma partida em favor do alvinegro. O camisa 10 arriscou, de fora da área, um chute rasteiro, que entrou no canto do goleiro Dida.
O placar em favor do ABC persistiu até o fim da partida, decretada pelo apito de Leandro Saraiva aos 49 minutos. Apito este que pode ter colocado o árbitro - e todos os que participaram desta partida - na história, por ter comandado o que pode ter sido, oficialmente, a última partida do estádio João Machado, o Machadão.

Sai zica! Verdão leva susto, mas vence e garante 'semifinal grande'

Palmeiras espanta a zebra de cair diante do Mirassol, vence por 2 a 1 e enfrenta o Corinthians na semifinal

Palmeiras x Mirassol (Foto: Ari Ferreira)  
Márcio Araújo comemora o gol de virada palmeirense diante do Mirassol (Foto: Ari Ferreira)
Ciro Barros
 São Paulo (SP)
O Palmeiras venceu o Mirassol por 2 a 1, neste domingo, no jogo das quartas de final do Pacaembu. Por pouco, o Verdão não foi o único grande a ficar de fora das semifinais do Campeonato Paulista - o time saiu vencendo, mas levou um gol de empate após falha da defesa.
Com o resultado, o Verdão enfrenta o arquirrival Corinthians como mandante nas semifinais, em jogo único, com data indefinida - o jogo pode ocorrer no próximo dia 30 ou no dia 1º de maio. Na outra semifinal, o São Paulo enfrenta o Santos como mandante e deve levar a partida para o Morumbi.
O jogo será o reencontro do Palmeiras com o rival Corinthians, após oito anos. A última semifinal entre as duas equipes no Paulistão foi em 2003. Na ocasião, o Timão passou pelo Palmeiras com um 2 a 2, e depois um 4 a 2 - ambas as partidas foram no Morumbi.
No jogo, o Alviverde manteve o domínio durante quase todo o jogo, mas não evitou um incômodo gol de empate na primeira etapa que poderia estragar o domingo de Páscoa palmeirense. O jogo ainda teve expulsões e polêmicas.
Quem não faz...

O jogo começou em um ritmo lento. Mesmo com um time ofensivo, com dois meias e dois atacantes,  o Mirassol esbarrava em uma forte marcação no Palmeiras. Resultado: a bola não parava no campo de ataque do Leão e o alvi-verde mantinha o jogo sob controle.

Após algumas boas chances, o Palmeiras chegou ao gol aos dez minutos, após driblar Luiz Henrique e acertar um grande chute de longe. A partir do gol, o Palmeiras teve o domínio do jogo, mas perdeu seguidas chances de fazer o segundo, como a desperdiçada por Luan.

Taticamente, o Mirassol estava completamente envolvido. Sem a bola, Rivaldo e João Vitor ficavam presos na última linha da defesa e Assunção e Márcio Araújo também ajudava na marcação. Os meias do Mirassol não encontravam espaço para trocar passes, e a bola mal chegava ao ataque.

Mesmo assim, o gol do Mirassol veio em uma falha da defesa palmeirense. Samuel cruzou pela direita, a bola cruzou a zaga, desviou em Luiz Henrique e sobrou para Marcelinho, livre, empatar. No fim do primeiro tempo, o jogo caiu de intensidade e se encaminhou para o final.
Polêmicas e virada alviverde
Com o susto do gol de empate, o Palmeiras voltou a campo mais incisivo no jogo e tentando tomar a iniciativa. O Verdão prendia mais a bola no ataque e o Mirassol praticamente não assustava. No início, houve um lance polêmico: em confusão com Serginho, o zagueiro Danilo deu um pisão no atacante do Leão, mas o árbitro não viu falta.
Após o domínio, o Verdão chegou ao gol. Luan chutou em cima da zaga, e a bola sobrou para Márcio Araújo, que acertou um grande chute de longe para ampliar para o alvi-verde.
Logo após o gol, o Mirassol viu sua desvantagem ampliar mais ainda: Xuxa, artilheiro do time na primeira fase com oito gols, fez falta por trás em Kleber e recebeu o segundo amarelo.
A partir de então o que se viu, foi o Palmeiras ampliar o seu domínio, mas desperdiçar inúmeras oportunidades de matar de vez a partida. O Mirassol, no entanto, estava muito bagunçado taticamente e ofereceu pouca resistência à vitória palmeirense.

Ilsinho neles! São Paulo vence a Portuguesa e vai à semifinal

São Paulo x Portuguesa (Foto: Miguel Schincariol) 
Ilsinho foi o coelhinho da Páscoa tricolor: um gol e uma assistência (Foto: Miguel Schincariol)
Felipe Castro
A torcida são-paulina ganhou um presente, mas Rogério Ceni, Ilsinho e Dagoberto evitaram o que seria um chocolate "amargo" em pleno domingo de Páscoa. Com gols de Ilsinho e Dagoberto, no fim de jogo, e ótima atuação de Rogério embaixo das traves, o São Paulo ganhou o clássico contra a Portuguesa por 2 a 0, na Arena Barueri, e se classificou às semifinais do Campeonato Paulista.  Agora, a equipe enfrenta o Santos, no Morumbi, no próximo sábado.
No jogo deste domingo, o time do técnico Paulo César Carpegiani mostrou oportunismo e um jogo envolvente pelos lados do campo, especialmente através de Ilsinho, Marlos e Dagoberto. Na segunda etapa, os times deixaram o futebol de lado e os dois treinadores, Carpegiani e Jorginho, travaram um verdadeiro duelo de xadrez. Quando a Portuguesa melhorou em campo e esboçou o empate, Rogério Ceni salvou o Tricolor por duas vezes. No fim, Ilsinho, mais uma vez, foi decisivo e deu o passe para Dagoberto dar números finais à partida.
O CLÁSSICO
O São Paulo entrou em campo com um desfalque de última hora: Lucas, que sentiu a coxa direita em treinamento no sábado e não se recuperou a tempo, deu lugar a Marlos no meio-campo tricolor, abrindo ainda uma vaga para Ilsinho nos onze iniciais. Rodrigo Souto era a outra novidade, substituindo Alex Silva, com inchaço no joelho direito.
Pelo lado da Portuguesa, o terceiro cartão amarelo do lateral-esquerdo Marcelo Cordeiro obrigou o técnico Jorginho a improvisar o volante Ademir Sopa na posição. O ânimo nos lados do clube do Canindé era grande, afinal, a última vez que a Lusa chegara às semifinais de um Paulistão fora em 1998, quando perdeu para o Corinthians em arbitragem polêmica do argentino Javier Castrilli.
Carpegiani foi ousado nas substituições durante o jogo (Foto: Miguel Schincariol)
Com um volante de ofício em uma lateral e o aplicado Marcos Pimentel na outra, a Portuguesa começou a partida fechada pelas laterais, sem dar espaço ao Tricolor. Nem mesmo as infiltrações pelo meio, com Juan, Marlos e Dagoberto, surtiam efeito. Durante os primeiros 20 minutos de jogo, o paredão rubroverde pareceu intransponível e a Lusa aproveitou para se lançar ao ataque, tentando algumas investidas, sem sucesso. 
Só que era a hora do Tricolor se reorganizar em campo. Marlos e Ilsinho trocavam de posições e Miranda, de cabeça aos 24 minutos, triscou a trave de Weverton.
Quando Carpegiani tirou Rodrigo Souto, machucado, para promover a entrada de Henrique, a defesa rubroverde simplesmente ruiu. O São Paulo passou a frequentar o campo de ataque mais à vontade. Juan, aos 27, cruzou por baixo e Dagoberto se antecipou à zaga tocando com perigo. Parecia questão de tempo até o primeiro gol da partida, muito mais afeito ao Tricolor do que à Portuguesa.
Mais solto e envolvente pelo meio e pelos flancos, o São Paulo acabou marcando de cabeça, e quem marcou foi um jogador que não costuma ser bom pelo alto. Ilsinho, aos 40 minutos da primeira etapa, aproveitou cruzamento de Jean e testou para o fundo das redes de Weverto.
À Portuguesa, que até ensaiou um bom começo de partida e depois cedeu ao ímpeto do rival, sobraram arremates de longe. Guilherme e Ferdinando, a dupla de volantes rubroverde, arriscaram de fora da área e assustaram Rogério Ceni, no que parecia a única chance da Portuguesa quebrar o gelo são-paulino.
JOGO DE XADREZ E DE NERVOS
Na segunda etapa, as equipes não mostraram inspiração e poucas eram as chances de gol. Em compensação, os técnicos travaram um duelo à parte.
Jorginho viu na entrada do atacante Rafael Silva no lugar de Marco Antônio uma oportunidade para alavancar o ataque rubroverde. Diante da ofensiva adversária, Carpegiani moveu suas peças e tratou de promover a substituição de Marlos para Luiz Eduardo, zagueiro revelado na base tricolor, entrar e proteger a defesa.
O movimento do técnico tricolor "anulou" a ofensiva de Jorginho no tabuleiro de Barueri: a trinca de atacantes lusos foi facilmente marcada pelo novo trio de zagueiros são-paulinos.
No entanto, o técnico da Portuguesa colocou o "peão" Ananias, que fora o "rei" do jogo contra o São Bernardo na primeira fase, no lugar de Henrique. A mudança não surtiu o efeito desejado, e as equipes continuaram cozinhando a partida. O São Paulo, satisfeito, tocava a bola; a Lusa, sem conseguir decifrar a tática adversária, não tinha profundidade.
Para ultrapassar o inteligente jogo tricolor, Jorginho viu a Portuguesa apostar nas jogadas pelo alto. Jael aos 24, e Luís Ricardo, exigindo defesa incrível de Rogério Ceni aos 28, arrancaram suspiros da torcida lusitana. 
Rogério, heróico, ainda evitou o que seria o gol de empate em arremate de Ferdinando, aos 32. A torcida da Portuguesa esfregava as mãos e torcia pelo gol de empate, que parecia maduro àquela altura da partida.
Mas Ilsinho neles! O camisa 77 e Dagoberto asseguraram a classificação são-paulina no fim. Faltando 10 minutos para o fim da etapa regulamentar, Ilsinho recebeu na área e tocou para Dagol, que só teve o trabalho de acertar o lado oposto de Weverton e marcar.
O gol assegurou o presente de Páscoa do são-paulino e a classificação do Tricolor às semifinais do Campeonato Paulista. Neymar, Ganso e cia aguardam o São Paulo no próximo sábado. A partida será realizada no Morumbi.

Fla vence o Flu nos pênaltis e fica a uma vitória do título

Fluminense x Flamengo (Foto: Paulo Sergio)  
Diego Maurício cobrou o pênalti que deu a classificação do Flamengo à final da Taça Rio (Foto: Paulo Sergio)
LANCEPRESS!
Publicada em 24/04/2011 às 18:48
Rio de Janeiro (RJ)
O Bonde do Mengão pode não estar a todo vapor, mas continua sem freio. Depois do empate em 1 a 1 no tempo normal, neste domingo, no Engenhão, o Flamengo, que não contou com Ronaldinho, machucado, bateu o Fluminense na disputa de pênaltis e está na decisão da Taça Rio contra o Vasco.

A classificação para a final do segundo turno deixa o Rubro-Negro a uma vitória do título antecipado do Campeonato Carioca, já que venceu a Taça Guanabara.
Veja o gol de Thiago Neves que garantiu a dipusta de pênaltis


Assim como na semifinal do primeiro turno, quando venceu o Botafogo nos pênaltis, o goleiro Felipe fechou a meta rubro-negra, defendendo dois pênaltis do Tricolor. Na batida derradeira, o jovem Diego Maurício cobrança com segurança e garantiu o Fla na decisão.
O ex-tricolor Thiago Neves foi outro destaque do jogo. Primeiramente ao marcar o gol do empate rubro-negro na segunda etapa. Depois poderia ser vilão ao perder o pênalti que poderia colocar o Flamengo na decisão.
Agora, o Tricolor foca na Copa Santander Libertadores. Nesta quinta-feira, encara o Libertad-PAR, no Engenhão, pela primeiro jogo das oitavas de final da competição. Já o Flamengo se prepara para pegar o rival Vasco na decisão, no próximo domingo. Mas antes tem páreo duro pela frente: decide a classificação paras as quartas de final da Copa do brasil contra o Horizonte (CE), quarta-feira, fora de casa.
QUEDA DE ENERGIA PARALISA CLÁSSICO
Ainda aos 11 minutos do primeiro tempo o jogo foi paralisado devido a uma queda de energia nos arredores do Engenhão. Foram dez minutos de paralisação até que os refletores fossem se acendendo. Quando o árbitros Péricles Bassols autorizou o reinício da partida, o goleiro Felipe, do Fla, pediu nova interrupção.
Então, passaram-se mais alguns minutos de espera até que, mesmo sem a iluminação no estádio ter voltado integralmente, os dos times concordaram em dar continuidade ao jogo.
Mas um lance curioso aconteceu quando a bola finalmente voltou a rolar. Como o cronômetro marcava 20 minutos, Péricles parou o clássico novamente para o tempo técnico. Os jogadores se irritaram com a falta de flexibilidade do árbitro.

SEM R10, FLA PERDE LÉO MOURA LOGO NO INÍCIO
Com a baixa de Ronaldinho Gaúcho, vetado por ainda sentir dores pela torção no joelho direito, Vanderlei Luxemburgo escalou Diego Maurício para o lugar do camisa 10. Do outro lado, o Fluminense repetia a formação que alcançou o milagre no meio da semana, pela Copa Santander Libertadores, com Fred e Rafael Moura no ataque.
E, logo no início, a boa fase voltou a colaborar com o Tricolor. O lateral-direito Léo Moura levou a pior em dividida com Conca e fez o Fla perder outra liderança em campo. Para o lugar do camisa 2, outro jovem: Rafael Galhardo.
IMPEDIDO, HE-MAN PÕE O FLU NA FRENTE
Mas o Flu não dependeu apenas da sorte. Com a bola rolando, foi superior ao rival durante toda a primeira etapa. Os 'inhos' da defesa, o zagueiro Edinho e o volante Diguinho, foram uns monstros na marcação, permitindo ao goleiro Berna 45 minutos de tranquilidade, com exceção a uma finalização de Drogbinha, em que o camisa 1 saiu com eficiência evitando o gol rubro-negro.
Em compensação, Felipe teve trabalho para fechar a meta do Fla. Nos chutes de fora da área, mostrou segurança. E, quando Rafael Moura recebeu lançamento na cara do gol, o arqueiro rubro-negro se atirou no atacante tricolor. O lance gerou reclamação por parte do rival, que pediu pênalti. O árbitro, porém, assinalou simulação do He-Man.
Mas o centroavante acabou se redimindo. Aos 21 minutos, em cobrança de falta, Edinho ajeitou para Rafael Moura, que escorou para o fundo da rede. Gol justo pelo domínio tricolor, mas erroneamente confirmado, já que o atacante estava em posição irregular.
CARRASCO DOS CLÁSSICOS EMPATA O FLA-FLU
Na volta do intervalo, o técnico Vanderlei Luxemburgo completou as alterações possíveis. Colocou em campo o meia Bottinelli no lugar do volante Fernando e tirou seu xará Wanderley (apático em campo), dando nova chance ao atacante Deivid.
Com isso, o Fla ficou mais ofensivo e passou a tocar mais a bola. Drogbinha e Bottinelli abriram pelas pontas, enquanto Thiago Neves apoiava Deivid pelo meio. E, numa das subidas do quarteto, Thiago recebeu passe preciso do argentino e por pouco não empatou o clássico.

Thiago Neves empatou o jogo para o Flamengo (Foto: Paulo Sergio)

E o Flamengo, que seguia melhor, ampliou seu domínio quando Enderson Moreira tirou o autor do gol do Flu para a entrada de Tartá, que voltou demais para ajudar a defesa.
Pouco depois,  o camisa 7 rubro-negro, carrasco em clássicos, fez sua terceira vítima entre os rivais neste Carioca. Aos 21 minutos, Willians levantou da intermediária, a bola passou por Edinho e Thiago Neves, de cabeça, deixou tudo igual no Engenhão. Depois de comemorar contra Vasco e Botafogo, o meia agora fazia a festa diante do seu ex-clube.
A partir daí o clássico tomou ritmo alucinante. Na resposta, o Tricolor só não marcou porque o capitão Fred, de frente para a meta, furou na finalização. Na sequência, Diego Maurício chutou cruzado da grande área para a bela defesa de Berna.
Aos 36 minutos, Marquinho perdeu aquela que poderia ser a bola do jogo para o Flu. Após bela triangulação, o camisa 7 recebeu livre, sozinho contra Felipe, mas isolou na finalização.
No fim, empate no clássico, que acabou sendo decidido nos pênaltis.
FELIPE PEGA DOIS PÊNALTIS, E FLA VAI PARA A DECISÃO
No Fluminense, Fred, Edinho, Conca marcaram. Souza cobrou para fora, enquanto Felipe defendeu a batida de Araújo e Tartá. No Fla, Renato começou a cobrança e chutou mal, Berna defendeu. Deivid, Galhardo, Bottinelli fizeram para o time da Gávea.
Thiago Neves teve a chance de colocar o Rubro-Negro na final, mas Berna, novamente, fechou a meta para o Tricolor.
Nas cobranças alternadas, Tartá parou em Felipe. Diego Maurício, em nova oportunidade derradeira para o Fla, não desperdiçou e classificou o campeão da Taça Guanabara para a decisão da Taça Rio.

Sesi bate Cruzeiro em Mineirinho lotado e é campeão da Superliga Masculina

Jogadores do Sesi comemoram ponto durante partida final da Superliga Jogadores do Sesi comemoram ponto durante partida final da Superliga


Da Redação

esporte@eband.com.br

O Sesi calou o Mineirinho lotado neste domingo de Páscoa e faturou seu primeiro título da Superliga Masculina em cima do Sada Cruzeiro. O time paulista fechou a partida por três sets a um, com parciais de 25/19, 19/25, 27/25 e 25/17.

Depois de cinco temporadas, um time de São Paulo voltou a vencer uma edição da Superliga Masculina. Em quadra, os jogadores Murilo e Escadinha debutaram com a vitória. O treinador da equipe paulista, Giovane Gavio, também fez história na competição. Ele se tornou o primeiro brasileiro campeão da Superliga como técnico e jogador.

sábado, 23 de abril de 2011

Com golaço de Neymar, Santos vence a Ponte e vai às semifinais

Neymar, autor do único gol da partida, volta a repetir comemoração imitando uma máscara Neymar, autor do único gol da partida, volta a repetir comemoração imitando uma máscara


Da Redação

esporte@eband.com.br

Com um belo gol de Neymar, o Santos venceu a Ponte Preta por 1 a 0 neste sábado, dia 23, e foi o primeiro time a garantir a classificação nas semifinais do Paulistão. O único tento na Vila Belmiro saiu aos 21 minutos do primeiro tempo. Neymar acertou um belo chute da entrada da área, no ângulo direito de Bruno.

Agora, o Santos aguarda pela definição do seu adversário, que sairá do confronto entre São Paulo e Portuguesa. Os times duelam neste domingo, às 16h, em Barueri, em partida com transmissão ao vivo da Band.

Campeonato de Veteranos ano base 1976

Teve inicio na tarde deste sabado no Estadio Joacy Fonseca em Ipanguaçu a segunda rodada do campeonato de veteranos de Ipanguaçu ano base 1976, a seleção de Pataxo estreiou na competição e venceu a equipe do Itu que tambem fez sua estreia, com 03 tentos a 1, com gols marcados por Diniz , Rubens  e diogines para a equipe da Seleção de Pataxo e gols de Roberto Leal e Adelson para a equipe de Itu, no segundo jogo da tarde envolvendo BMR e Luzeiro, tivemos um empate sem gols, com destaque a Dorivam jogador de Linha que fez a Diferença no gol do Luzeiro, a rodada continua neste domigo as 7:45 da manhã com Tabuleiro alto que faz sua segunda participação na competição e a estreia para a Seleção de Arapua que faz sua estreia.












    


 
    
SELEÇÃO DE PATAXO




















                            ITU

 
                        













           

                       BMR














           

                   LUZEIRO

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Irineu e Cascata voltam aos treinamentos do ABC-RN


O zagueiro Irineu e o meia Cascata, que estavam no departamento médico, retornaram aos treinamentos no ABC de Natal. Os dois jogadores foram liberados, mas apenas o meia foi reintegrado ao elenco.
Irineu foi acompanhado pelo fisiologista Marcelo Henrique e realizou trabalhos para desenvolver coordenação, velocidade e resistência. Já Cascata participou do treino tático comandado pelo técnico Leandro Campos com o restante do elenco, em que foram realizados trabalhos de posse de bola e um mini-jogo em campo reduzido.
Após as atividades, Irineu e Cascata realizaram também manutenção do tratamento de suas contusões com os profissionais do departamento médico e devem ser reavaliados nesta sexta-feira.
Neste domingo, às 17 horas, o ABC, líder com 19 pontos, enfrenta o Alecrim, nono colocado com 4 pontos, no Estádio Machadão, pela oitava rodada da Copa Rio Grande do Norte, segundo turno do Campeonato Potiguar.

Felipão recebe notícias pessimistas sobre Cicinho e Thiago Heleno

Vítimas de contusões diante do Santo André, o lateral direito Cicinho e o zagueiro Thiago Heleno demandam grande preocupação ao departamento médico do Palmeiras para o compromisso de domingo contra o Mirassol, pelas quartas de final do Campeonato Paulista. O médico Vinícius Martins não trouxe notícias animadoras sobre os atletas. "Se a partida fosse hoje (sexta-feira), os dois não jogariam", avaliou.

O caso que mais preocupa é o de Cicinho. No exame realizado nesta sexta-feira, o jogador teve constatada uma contratura de grau um no músculo adutor da coxa esquerda. Suas chances de entrar em campo no domingo são remotas. "Em um caso como esse, é difícil recuperar em pouco tempo, por isso não garantimos a sua presença", comentou Vinícius Martins.

Já a situação de Thiago Heleno inicialmente não preocupava o técnico Luiz Felipe Scolari por ser apenas uma pancada na região lateral da coxa direita - defensor acabou substituído no intervalo contra o Santo André. Mas a avaliação do departamento médico alviverde também mostra-se pessimista.

"O edema está bloqueando alguns movimentos do Thiago Heleno, então precisa regredir nos próximos dias. Por causa dessa limitação, ele não está conseguindo dobrar o joelho direito", comentou o médico.

Se ambos forem vetados, Felipão terá de improvisar na lateral direita. Dois volantes são opções: Márcio Araújo ou João Vitor. Já na zaga, o favorito para entrar em campo é Leandro Amaro

Marco Antonio prepara surpresa para fazer 1º gol de falta em Ceni



Djalma Vassão/Gazeta Press
 
Marco Antonio espera não lamentar mais após uma cobrança de falta contra Rogério Ceni
Conhecido por sua precisão nas cobranças de faltas, Marco Antonio ainda não conseguiu superar um ex-colega que é o goleiro com mais gols registrados na história do futebol. Também especialista nas bolas paradas, Rogério Ceni usa artimanhas para dificultar a vida do jogador da Portuguesa. Mas o meia tentará superá-lo no domingo.
"Já fiz gol de pênalti e com a bola rolando nele. Ainda não fiz de falta. Mas vamos ver se preparo uma surpresa para ele", sorriu o meio-campista do clube do Canindé, que tem separado parte do tempo nos treinamentos desta semana para conseguir vencer o experiente camisa 1 do Tricolor.
De acordo com o jogador, o problema é que o goleiro, contra ele, inova no posicionamento da barreira. Em vez de colocar seus jogadores bem em frente à bola, o são-paulino os posiciona mais distantes. Na prática, Marco Antonio fica com quase ninguém à sua frente para bloquear a bola até ela chegar a Ceni, mas perde uma referência.
"Em todas as vezes que o enfrento, ele inverte a barreira. Fica mais difícil porque ele vê a bola o tempo todo. Tenho que bater com mais força ou no outro canto, por cima da barreira, mas a trajetória fica bem maior e tenho que pegar com muitos mais força e muito mais efeito. Mas o maior problema é não saber o que fazer na hora que ele inverte. Dá para treinar durante a semana", minimizou o atleta da Lusa.
O difícil é encontrar a fórmula. "No último jogo (derrota por 3 a 2 no Canindé, na primeira fase do Campeonato Paulista), nos últimos minutos, bati uma falta. E tinha muita gente na frente dele, ele até colocou o Miranda na linha do gol. Cobrei no canto dele, no ângulo. E ele pegou", lamentou.
Marco Antonio, entretanto, confessa que passa sempre pela sua cabeça que a vaga na semifinal do Estadual pode ser garantida em uma cobrança de falta sua. Por isso, ele promete insistir. "Preciso do máximo de precisão possível. Colocar mais força, mais velocidade. Respeito e admiro o Rogério. É um baita goleiro e é difícil não vê-lo bem. Mas é um ser humano, pode não estar em uma tarde boa", apostou o meia.